| Rogério Lorenzoni/Terra |
 Desencontro com uma massagista fez Paris Hilton reclamar no hotel de sua família |
|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
Herdeira da rede de hotéis Hilton, a milionária Paris Hilton, 24 anos, não ficou 100% satisfeita com o serviço do Hilton Morumbi, no bairro Brooklin Novo, onde ficou hospedada desde que chegou a São Paulo, na noite de terça-feira.
Veja vídeos de Paris Hilton em São Paulo
Veja fotos da festa para Paris Hilton
Paris Hilton já deixou o Brasil
Paris Hilton evita "Pânico", mas é traída por vestido
A celebridade de Hollywood exigiu que uma massagista, cujo nome não foi identificado, fosse à sua suíte na manhã da quarta-feira, antes de apresentar à imprensa uma linha de perfumes que leva seu nome.
Na ocasião, a profissional não estava disponível porque havia cumprido sua jornada de trabalho na noite do dia anterior.
Insatisfeita, Paris, que também é atriz, modelo e socialite, foi até o hall do hotel para reclamar com a gerência pela ausência da massagista.
Sem entender o contratempo, ela ainda exigiu que a massagista fosse localizada imediatamente para cumprir suas finalidades terapêuticas.
Horas depois, a profissional foi localizada pelo celular e prontamente retornou ao hotel para atender a herdeira de uma fortuna de mais de US$ 1 bilhão.
Segundo a assessoria de imprensa que cuidou da viagem de Paris Hilton ao Brasil, a jovem "gostou muito" do hotel da família em que ficou hospedada e não fez qualquer reclamação sobre o serviço.
Ainda de acordo com a assessoria, Paris não teve qualquer problema com a ausência de uma massagista e recebeu as massagens em todas as ocasiões que solicitou.
Tratamento de uma princesa
Além de atrair a imprensa mundial ao lançar seu perfume no Brasil, Paris Hilton recebeu tratamento de princesa.
No Hilton Morumbi, todos os funcionarários escalados para atendê-la foram obrigados a usar camisetas pretas com a frase "I Love Paris" (Eu amo Paris).
Além disso, para prestar um serviço à jovem era necessário esperar até mais de meia hora no corredor. Paris determinou que os empregados batessem na porta do seu quarto uma única vez e esperassem o tempo que ela julgasse necessário até o atendimento.
|