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A princesa Diana, pressionada pela família real britânica, submeteu seu filho Harry a um exame de DNA para provar que a criança não era fruto de sua relação com o major James Hewitt, seu amante, revelou na noite desta terça-feira o jornal britânico The Sun.
Diana, que morreu em 1997 em um acidente de automóvel em Paris, não explicou ao filho as razões do exame de sangue, destaca o jornal, que publica trechos do livro de Simone Simmons, amiga e confidente da princesa.
Alguns membros da família real, em particular o príncipe Philip, marido da rainha Elizabeth, temiam que Charles não fosse o pai de Harry, que nasceu em setembro de 1984.
Segundo boatos que corriam na época, Harry seria filho do major Hewitt, que é ruivo como o príncipe.
No livro Diana: a Última Palavra, Simmons revela que informou à princesa sobre os boatos envolvendo a eventual ilegitimidade de Henry. "Senti que me cabia revelar esta desagradável notícia à princesa".
Diana admitiu publicamente sua relação com Hewitt em 1995, durante uma entrevista na TV, quando descartou a possibilidade de Harry ser filho do major, lembra Simmons.
Mesmo assim, a princesa sofreu forte pressão para realizar o teste de DNA em Harry e o mesmo exame também foi aplicado a William.
Finalmente, os exames confirmaram a paternidade de Charles, duque da Cornuália e herdeiro da coroa britânica, que se divorciou de Diana em 1996, um ano antes da morte da princesa.
Vários jornais britânicos têm ridicularizado as revelações de Simmons, afirmando que ela nunca foi especialmente ligada à Diana e que inventou estas histórias por ambição.
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