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Sábado, 4 de outubro de 2008, 09h21  Atualizada às 11h12
Veja as cenas de sexo mais quentes do cinema
 
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A Bela da Tarde  é um dos clássicos do cinema
A Bela da Tarde é um dos clássicos do cinema
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O site da extinta revista norte-americana Premiere elegeu as cenas de sexo mais quentes do cinema.

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Para os filmes selecionados, foram utilizados vários critérios de filtragem, como sensualidade, situação dos personagens e até mesmo a inocência de um ato para representar o sexo, em si.

Além dos principais nomes eleitos, clássicos como Barbarella, ...E Deus Criou a Mulher, Fome de Viver, Lúcia e o Sexo e Cidade dos Sonhos, entre outros, também foram lembrados pela revista por suas cenas tórridas.

Confira abaixo os principais longas da lista:

E Sua Mãe Também (2001)
Direção: Alfonso Cuarón

O clássico filme de Alfonso Cuarón coleciona cenas quentes, inclusive homoeróticas. Protagonizado por Diego Luna e Gael García Bernal - em um de seus primeiros papéis de destaque -, E Sua Mãe Também é um 'road movie' (que se passa na estrada) sobre dois amigos cujo desejo sexual move suas atitudes. A cena em questão está no final do longa-metragem, quando os dois resolvem saciar as vontades da personagem Ana (Ana López Mercado), juntos.

A Bela da Tarde (1967)
Direção: Luis Buñuel

O mais popular filme do mestre do surrealismo, Luis Buñuel é repleto de cenas provocantes. O filme conta a história de Séverine (Catherine Deneuve), jovem rica e casada que procura um bordel para realizar suas fantasias sexuais longe de seu marido. A Bela da Tarde não traz cenas explícitas, mas prova que, assim como as fantasias de Séverine, a imaginação é o melhor combustível tanto na cama, quanto nas telonas.

Betty Blue (1986)
Direção: Jean-Jacques Beineix

O provocante Betty Blue acompanha um zelador que conhece uma mulher de temperamento explosivo, iniciando um romance perigoso e tentador. Em uma tarde de verão, os dois consomem seus desejos.

Marcas da Violência (2005) Direção: David Cronenberg

Ao contrário de outros filmes em que a tensão sexual é carro-forte, Marcas da Violência mostra que família de conservadores podem ter uma vida sexual completamente ativa. Os atores Viggo Mortensen e Maria Bello, que interpretam os personagens centrais, provam que isso pode ser verdade. Na cena, Eddie Stall (Maria Bello) se veste de cheerleader para provocar Tom (Mortensen).

A Insustentável Leveza do Ser (1988)
Direção: Philip Kaufman

Na década de 60, Tomas (Daniel Day-Lewis) adorava ter práticas sexuais com diferentes mulheres. Neste cenário, duas delas, Sabina (Lena Olin) e Tereza (Juliette Binoche) se tornam uma constante em sua vida, formando um tenso triângulo amoroso.

A Última Ceia (2001)
Direção: Marc Foster

A Última Ceia, que aborda com brutalidade o racismo na América, tem uma das cenas de sexo mais polêmicas do cinema. Nele, a personagem de Halle Berry resolve explorar o ato sexual de forma franca, mesmo em uma situação de auto-destruição.

Pecados Íntimos (2006)
Direção: Todd Field

O comentado longa-metragem de Foster mostra um casal que se conhece no subúrbio americano. Mesmo com seus filhos como tema central, os dois resolvem não mais controlar seus instintos básicos e fazem sexo em uma lavanderia, entre outros lugares, em um ciclo que não pára.

A Secretária (2002)
Direção: Steven Shainberg

Em A Secretária, a comportada Maggie Gyllenhaal mostra que também pode ser bastante sensual nas telonas. A adolescente vivida por ela acaba de sair do sanatório e arranja um emprego de secretária. Na cena citada, ela fica completamente nua, enquanto o personagem de James Spader lhe dá um banho.

Coração Satânico (1987)
Direção: Alan Parker

No bizarro filme de horror, Coração Satânico, há de tudo um pouco. A cena mais homônima, provavelmente, envolve não apenas o sexo em si, mas muito sangue de galinha compondo o cenário.

Depois Daquele Beijo (1966)
Direção: Michelangelo Antonioni

O clássico de Antonioni é inocente, se comparado a produções mais recentes. No entanto, na cena em questão, a atriz Jane Birkin fica completamente nua, chocando as platéias conservadoras que acompanharam o longa-metragem na época. Assim, o diretor conseguiu abrir espaço para a nudez frontal em filmes dirigidos ao grande público.

O Último Tango em Paris (1973)
Direção: Bernardo Bertolucci

O tenso thriller O Último Tango em Paris mostra o affair entre uma jovem e um americano que acabou de perder a mulher, que cometeu suicídio. Os dois iniciam uma relação nada mais do que sexual - resultando na famosa cena em que eles transam de frente -, até que os sentimentos de ambos vão fugindo do controle.
 

Redação Terra
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