| Reuters |
 Michael Jackson |
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Servidores públicos do governo da Namíbia expressaram surpresa ao descobrir que o astro Michael Jackson não chegaria nesta sexta-feira a capital como se havia acertado. Segundo um porta-voz do astro, a viagem foi marcada sem o consentimento de Michael.
A compania de viagens Adventure in Africa Tours tinha enviado uma carta ao presidente Sam Nujoma informando que o cantor visitaria a Namíbia como parte de uma passeio cultural de doze dias pela Africa.
O assistente de Nujoma, Andre Hashiyana, contou que teve que programar uma reunião de Jackson com o primeiro ministro.
No entanto, o porta-voz de Jackson, Raymone K. Bain, disse que a empresa de viagens tinha acertado o passeio sem a autorização do cantor.
"Faremos esforço para determinar como ocorreu isto", disse o porta-voz por telefone. "Essas coisas ocorrem com freqüência. Há muitas informações falsas".
Bain assinalou que Jackson não podia sair dos Estados Unidos porque tinha entregado seu passaporte aos promotores do condado de Santa Bárbara na California como parte dos arranjos para sua liberdade condicional depois de ter-se declarado inocente de abuso de menores.
Uma audiência prévia desse caso foi assinalada para o 30 de abril.
Uma empregada da Adventure in Africa Tours disse que a viagem de Jackson estava agendada, mas não se materializou. Disse, ainda, que não sabia a causa do ocorrido e recusou a dizer seu nome. Não foi possível falar de imediato com o diretor da companhia para obter seus comentários.
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