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O empresário americano John Casablancas está colocando um ponto final em sua autobiografia. Fundador da Elite, agência de modelos que abriu em 1972 e que se tornaria a maior referência do mercado fashion nos anos 80 e 90, certamente tem boas histórias para contar.
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Mas um capítulo do livro, que tem como ghost-writer a jornalista Ana Maria Bahiana, promete causar furor: é inteiramente dedicado ao seu maior desafeto, a supermodelo Gisele Bündchen, que ele descobriu e a quem acusa de lhe ter virado as costas quando alcançou o sucesso. O capítulo vai se chamar The Triumph of Nothingness (O Triunfo da Insignificância).
John, que deixou a Elite nos anos 90, vive hoje no Brasil com sua mulher, a brasileira Aline, os três filhos e dois sobrinhos que adotou. Por um bom tempo, prestou consultoria para novas agências de modelos, mas desistiu. "Descobri que, num meio com tantos egos, ninguém queria seguir conselhos de quem quer que fosse", disse.
Além do livro, John Casablancas pretende fazer um filme sobre a cultura da corrupção. "Quero mostrar o quanto ela está entranhada em todas as esferas, do governo ao dia-a-dia das pessoas". Se ele tem medo de críticas ao fato de um americano apontar essa mazela do Brasil? "De jeito nenhum. É um problema universal e poderia ser ambientado em qualquer lugar. Mas eu moro aqui e a produção é brasileira".
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