| Luiza Dantas/ Carta Z Notícias/TV Press |
 Beth Goulart: "Pude mostrar vários estados emocionais com a Neli" |
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Beth Goulart acredita que 2007 não poderia ser melhor para sua carreira. Eleita a melhor atriz coadjuvante no prêmio Melhores & Piores de TV Press 2007, Beth conseguiu se destacar na televisão e realizar seu maior desejo profissional nesta nova fase: assinar um contrato longo. Tudo graças a sua atuação como a gananciosa Neli, de Paraíso Tropical.
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"Pude mostrar vários estados emocionais com a Neli, do humor ao drama. Não é sempre que aparece um papel desses em uma história de visibilidade", lembra.
Agora, contratada da Globo até 2011, Beth ainda não sabe quando retorna à TV. E aproveita a folga para viajar com o espetáculo Quartett, dirigido por Victor Garcia Peralta. Trata-se de uma adaptação do longa Ligações Perigosas, de Stephen Frears, sucesso no cinema. "É uma história de sedução e poder que discute sobre vida, morte, tempo, Deus, o bem e o mal", filosofa a atriz, que divide o palco com o ator Guilherme Leme.
Confira o perfil da atriz:
Nome: Elizabeth Miessa.
Nascimento: 25 de janeiro de 1961, no Rio de Janeiro.
Primeira aparição na TV: "Foi num teleteatro da TV Cultura, Alô, Alguém Aí?, exibido em 1975".
Atuação inesquecível: Leopoldina, da minissérie O Primo Basílio.
Interpretação memorável: A equipe do espetáculo Decadência, de Steven Berkoff, em 2000. "Ganhei o Prêmio Shell de Melhor Atriz com essa peça".
Um momento marcante na sua carreira: "O espetáculo Os Sete Afluentes do Rio Ota, de Robert Lepage. É um dos melhores trabalhos do meu currículo".
A que gosta de assistir na televisão: Filmes, programas educativos e shows. "Preciso estar bem informada sempre".
A que nunca assistiria na televisão: "Programas sensacionalistas, que distorcem a função social da TV".
O que falta na televisão: "Sinto muita falta dos teleteatros. A TV precisa valorizar mais a cultura brasileira e essa seria uma excelente forma de fazer isso".
O que sobra na televisão: Big Brother Brasil. "Acho que o formato do programa já está saturado".
Ator: Tony Ramos.
Atriz: Glória Pires.
Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos e Glória Pires.
Se não fosse atriz: Psicóloga e professora.
Humorista: Maria Paula e Marcelo Madureira.
Novela: Paraíso Tropical.
Cena inesquecível na TV: A morte de Olavo, de Wagner Moura, em Paraíso Tropical.
Melhor abertura de novela: Sete Pecados.
Canção inesquecível de trilha sonora: Baila Comigo, da Rita Lee.
Vilão marcante: Olavo, de Paraíso Tropical, interpretado por Wagner Moura.
Papel que mais teve retorno do público: Neli, de Paraíso Tropical.
Melhor bordão da TV: "Não é brinquedo não", de Dona Jura, em O Clone.
Melhor programa de humor: Casseta & Planeta, Urgente!.
Que novela gostaria que fosse reprisada: O Clone.
Que papel gostaria de representar: "Uma personagem de ação, algo como uma detetive moderna".
Par romântico inesquecível: Débora e Caê, de Beth Goulart e Lauro Corona, em Baila Comigo, de 1981.
Com quem gostaria de fazer par romântico: Tony Ramos.
Filme preferido: Cidadão Kane, de Orson Welles.
Livro de cabeceira: O Guia do I Ching, de Carol Anthony.
Diretor: Kristof Kieslowski.
Uma mania: De rezar de manhã.
Um medo: "De não corresponder às expectativas das pessoas".
Projeto: "Construir um centro cultural formador de novos talentos".
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