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O Circo do Faustão do último domingo foi motivo de comemorações. Mas não por causa dos famosos. Quem roubou a cena foi o diretor de circo Orlando Orfei, 87 anos. No juri técnico ao lado de Marlene Querubim, diretora do Circo Spacial, Orlando distribuiu, sem pena, notas baixas e críticas aos participantes.
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"Como profissionais, eles valem nada", disse, em certo momento. Sem saber bem como funcionava o quadro, o veterano a todo momento perguntava para Faustão: "Eles são amadores ou profissionais?".
Domingo, o quadro perdeu as duplas Angelita Feijó e Marcelo Marques e Buchecha e Isabela Mucci, sexto e sétimo lugar, respectivamente. Na primeira colocação ficaram Alexandre Slaviero e Débora Rodrigues.
"Como artistas circenses eles são muito fracos, não posso eu, como um profissional do circo, julgá-los", disse Orlando sobre o quadro, fora de cena. Sua mulher, Herta, põe panos quentes: "O programa é bom, sim, ajuda muito a divulgar a arte."
Para Angelita Feijó, Orlando Orfei errou ao dar as notas baixas. "Foi incompreensível. Ele nos julgou como se fôssemos especialistas. Começamos a aprender do zero e tivemos pouco tempo para treinar. O grau de dificuldade tem que ser levado em consideração", disse.
"Depois da apresentação, sentei e fui reparar nele. Percebi que ele nem olha direito o que fazemos no picadeiro", reclama a moça, que jura não ter ficado triste com a eliminação. "Não me considero a pior, todos fizemos nossa parte: levar alegria à casa das pessoas".
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