> Diversão  > Gente & TV


 Especiais
BBB 9

 Sites relacionados
Caras
Cinema & DVD
Diversão
IstoÉ Gente
Música
OFuxico
Séries de TV
Séries Online
Sonora

 Notícias por e-mail

 Fale conosco

TV
Terça, 24 de abril de 2007, 10h56  Atualizada às 11h01
Chevy Chase diz em livro que era espancado por sua mãe
 
 Últimas de TV
» Filme sobre Lula estreará no festival de cinema de Brasília
» 'Globo' destaca Universal pelo 4º dia; 'Record' promete revidar
» Emissoras voltam a guerrear e usam políticos em reportagens simultâneas
» Maiores emissoras de TV entram em guerra no horário nobre
Busca
Busque outras notícias no Terra:
Em uma nova biografia autorizada, o ator cômico Chevy Chase, 63 anos, descreve uma infância marcada por espancamentos e abusos psicológicos sofridos de sua mãe e seu padrasto, informou na segunda-feira o New York Post.

Um dos primeiros integrantes da trupe cômica do programa de TV Saturday Night Live e astro de filmes como Assassinato por Encomenda e Clube dos Pilantras, Chase disse à escritora Rena Fruchter, autora da biografia, que vivia com medo constante de sua mãe, pianista concertista que sofria de depressão e ataques de pânico.

"Ela me dizia: 'Dez chicotadas na parte de trás de suas pernas todos os dias por uma semana às 17h,'" conta Chase no livro, a ser lançado em maio pela Virgin Books sob o título I'm Chevy Chase ... And You're Not.

"Como é possível alguém se apegar a esse tipo de raiva de seu filho?," diz Chase. "Eu sabia que era um 'menino mau', mas não sabia que nem todo o mundo era castigado como eu."

O ator disse a Fruchter que o segundo marido de sua mãe o sujeitava a "abusos emocionais e físicos que às vezes beiravam a tortura." A mãe e o padrasto de Chase já morreram, mas o artista, que também estrelou Férias Frustradas, não conseguiu perdoá-los, segundo trechos do livro publicados pelo New York Post, que obteve um exemplar adiantado do livro.

"Sempre repasso tudo aquilo em minha mente," disse ele. "Nunca vou perdoá-los. Não consegui perdoá-los em seus túmulos. Foi difícil demais para mim. Seria possível imaginar que um homem adulto pudesse deixar isso para trás, que, no momento em que o caixão era colocado na terra, ele pudesse dizer 'eu a perdôo'. Eu não perdoei."
 

Reuters

Reuters Limited - todos os direitos reservados. Clique aqui para limitações e restrições ao uso.

Imprimir Enviar