|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
O olhar sereno que Deborah Secco emprestou para sua personagem Elizabeth em Pé na Jaca é coisa do passado. O autor da novela das sete, Carlos Lombardi, avisa que a ex-noviça vai aprontar cada vez mais maldades.
Leia os capítulos de Pé na Jaca!
Leia mais notícias de O
Dia
Além de provocar e tirar casquinha do noivo da irmã, a moça terá um novo alvo daqui para frente. "Sua primeira investida foi em Tadeu (Rodrigo Lombardi), o que deixou sua irmã, Leila (Fernanda Freitas), furiosa. A certa altura, Elizabeth vai acreditar que está apaixonada por Arthur (Murilo Benício) e vai começar a disputá-lo com Gui (Juliana Paes)", adianta Lombardi.
"Mas não sei se ela é capaz de se apaixonar de verdade por alguém", reforça.
Não é a primeira vez que Deborah e Juliana disputam o mesmo homem. Na novela Celebridade, de Gilberto Braga, as atrizes disputaram a tapas a atenção de Marcelo Faria, que viveu o bombeiro Vladimir na trama. Foi lá que Darlene e Jaqueline Joy se tornaram grande amigas na vida real. "Acho incrível porque a gente se entende no olhar", comenta Deborah.
Lombardi quer conflitos e torce para que Deborah seja detestada em sua nova fase na trama. "Ela ficará realmente perigosa nos próximos capítulos, quando reconquistar a confiança de todos a sua volta. A partir de então, muito mal vai ser feito. Ela ainda vai aprontar muito", avisa.
"Espero que Elizabeth desperte as mais diversas reações do público", diz Lombardi, que antes de a novela estrear, preparou sua pupila. "Ele me disse que a Elizabeth vai morrer afogada na lama", conta Deborah, aos risos.
Elizabeth tem um vulcão dentro de si
Lombardi guarda muitas surpresas para os fãs de Deborah, que ainda não estão acostumados a ver a atriz no papel de vilã.
"Elizabeth tem um vulcão dentro de si. O vulcão é a necessidade de ser aceita, coisa que nunca sentiu porque sempre acreditou ser rejeitada pelo pai, que lhe negou a paternidade e acabou por roubar-lhe um rim", explica o autor.
"Ela é capaz de manipular, de mentir, de fazer o mal porque é profundamente egocêntrica."
|